Plano Tecnológico com tecnologia Microsoft
E como se não bastasse chegar ao site do Plano Tecnológico e deparar-me com a mensagem seguinte, ainda verifico três erros (dois de ortografia e um de gralha) em duas frases:

Time and space to think about things
E como se não bastasse chegar ao site do Plano Tecnológico e deparar-me com a mensagem seguinte, ainda verifico três erros (dois de ortografia e um de gralha) em duas frases:

Só faltava que um dia destes o ministério das finanças passasse a utilizar a tralha proprietária da Microsoft para fazermos o IRS e o IVA. Era a forma de muita gente deixar de fazer as declarações… e “sair” do sistema… (o que pensando bem… sair do sistema numa altura de crise como esta e com um governo destes… até pode ser boa opção)
David Rodrigues
3 Oct 08 at 12:24 pm
Que falta de jeito. Mais uns milhõeszitos.
João Silas
3 Oct 08 at 1:10 pm
Pelo título pensei que tivesses visto o telejornal.
Básicamente, a definição do nosso Plano Tecnológico para o Ballmer é igual a parceria Microsoft, o homem disse algo como: ‘trabalho magnífico ver a transformação ocorrida desde que o plano tecnológico foi criado em 2005′, seguido do sócras a disparar palavras ao calhas: “inovação” “tecnologia” “investimento” etc etc.
Ainda tivémos a pérola do “Microsoft vai disponibilizar software para tornar Magalhães internacional”, mais um acordozito.
Alguém tem ideias do que se pode fazer para parar isto? Já sabemos e podemos provar que empresas com certificados gold da microsoft(e oracle e etcs) financiam o partido no poder, mas que mais?
É que sinceramente isto é escandaloso.
lmjabreu
3 Oct 08 at 1:18 pm
Outra pérola nesse site: “A funcionalidade de pesquisa, (…) e mudança de Lingua estão desabilitadas devido ao JavaScript”(javascript disabled)
lmjabreu
3 Oct 08 at 1:23 pm
eek! Não vi o telejornal. Aliás, um amigo apontou-me o site e eu vi aquilo, fiquei irritadíssima fiz o post e a seguir fui aos contactos do site e enviei-lhes uma rabecada (ainda que com toda a educação) por mail.
Ainda nem tive tempo de ver com cuidado o resto do site ou da questão.
Talvez a Ansol possa fazer alguma coisa?
paulasimoes
3 Oct 08 at 2:35 pm
Olha, já retiraram o vídeo:)
Anonimo
3 Oct 08 at 3:50 pm
É verdade!
paulasimoes
3 Oct 08 at 4:04 pm
LOL… já agora qual seria a diferença se tivesse lá um flash como se encontra em tantos sites?
Eu também discordo da política do(s) governo(s) em meterem-se na cama com empresas que ainda por cima nem nacionais são… mas em prol de “facilidades” concedidas em outros negócios (software instalado em toda a administração pública)… tudo vale!
O que é certo é que gera buzz, notoriedade, e é quase como um “outsourcing” do trabalhinho em troca da possibilidade de aparecer em público, de mãos dadas com a maior empresa do mercado, como quem diz… “eu não sou pequinino! Também tenho corpinho para me deitar com estes tubarões.”
joao carvalhinho
11 Oct 08 at 9:58 pm
Sobre o flash
Porque é que eu não gosto de flash
paulasimoes
11 Oct 08 at 10:12 pm
Ok… eu concordo que na maioria dos casos está mal implementada… mas quando feito com gosto e bem… creio que se consegue uma experiência muito mais rica…
Além disso… quem disse que a Web tem que ser uma cópia do que se faz em papel? se é um meio interactivo, porque não apresentar esta interactividade no seu melhor?
Deixo um exemplo de algo bem feitinho em Português por portugueses:
http://WWW.PRIVADO-SEGUROS.PT
João Carvalhinho
13 Oct 08 at 9:57 am
Não concordo com esse exemplo, por várias razões:
1- se eu estivesse a aceder à internet via telemóvel (o que está a acontecer cada vez mais) não conseguiria ver esse site: essa empresa está a perder esses potenciais clientes
2- eu estive mais de um minuto à espera que o site carregasse, esperei porque me indicaste esse site. Se tivesse ido a esse site por estar a fazer uma pesquisa por esse assunto nunca teria esperado esse tempo, teria voltado atrás e usado outros links da pesquisa. Os utilizadores da web não esperam, o tempo máximo de espera são alguns segundos - há estudos sobre isto
3- é sempre má política fazer com que um site tenha som por omissão: as pessoas podem estar numa biblioteca ou no trabalho, sem phones e a primeira reacção neste caso é fechar o site (mais simples e rápido do que andar à procura, se é que tem, do botão de desligar o som). Mais uma razão para não ir a este site, a não ser que se esteja de phones ou num sítio privado.
4- podes argumentar que apesar disto tudo o site é bonito, é verdade é bonito, mas podes conseguir essa beleza com html e web standards, não precisas de flash para fazeres um site bonito.
Estes pontos foram retirados de 5 minutos no site.
Se esse site cumprisse os web standards terias mais pessoas a conseguirem aceder e portanto mais potenciais clientes, assim como assim,…
paulasimoes
13 Oct 08 at 10:39 am
hehehe… peço desculpa mas perdi o link para o teu site, daí a minha não resposta.
Tens alguma razão no que disseste… no entanto estás-te a esquecer do âmbito da encomenda do site… Isto não é uma aplicação… é um site promocional, cujo efeito esperado não é o ser funcional… mas sim o “causar o máximo impacto nas pessoas que cá passam”, e que (historicamente) ficam 2 minutos.
Como poderás ver não tem formulários, não tem assinaturas, não tem nada de interactividade avançada. É meramente um site de informativo…
Conseguias fazer isto tudo com CSS+HTML+Javascript? Provavelmente sim… mas tenho quase a certeza que tornarias o site incrivelmente mais pesado… e lento de carregar…
Já agora… com a minha banda larga móvel demorou cerca de meio minuto a carregar, com estas imagens todas…
Quanto aos outros problemas…
A não existência de um site destinado a móveis é algo universal. Aliás, nem precisa mencionar um telemóvel… basta pensar num Eeepc ou no magalhães com uma definição baixinha, e que já não encaixa no que é considerado standard. (neste momento o webdesign faz-se para 1024, usando elasticidade nos css para encolher um pouco as coisas mas nunca fica perfeito!)
Para os telemóveis é um pouco paradigmático face ao número de solicitações… que apesar de crescentes são diminutas face ao geral e em que cada equipamento tem um ecrã diferente, e capacidades diferentes.
Acho que pior ( e interligado) ainda será o caso das acessibilidades. já que toda a gente precisa de seguros… mesmo os invisuais.
Quanto ao volume … o exercício da auto-restrição de volume (quando entras numa biblioteca desligas ou silencias o telemóvel) não tem nada a ver com um site.
João Carvalhinho
18 Nov 08 at 11:43 am
“é um site promocional, cujo efeito esperado não é o ser funcional… mas sim o “causar o máximo impacto nas pessoas que cá passam””
Repara:
- o site demora bem mais de 1 minuto a aparecer –> eu não espero –> eu não vejo o site –> eles não passam a informação que querem, nem causam qualquer impacto
- o site tem música e na maior parte das vezes eu não estou sozinha numa sala com o meu computador –> é mais fácil fechar a janela do que andar à procura do botão de desligar o som no site –> eu não vejo o site —> eles não passam a informação que querem, nem causam qualquer impacto
Conclusão: como é que eles vão causar impacto aos utilizadores que não esperam para ver o site? Tipo, se não funciona, não vai passar informação nenhuma.
Um site que não é funcional, não pode causar impacto.
paulasimoes
18 Nov 08 at 12:13 pm
no meu demorou 5 segundos (num computador novo sem o site cachado) e demorei 3 segundos a encontrar o desligar do volume no canto inferior esquerdo, assinalado com o símbolo universal (coluna), logo a seguir ao menu principal… (ao contrário do normal que fica a um canto completamente estranho
Mas sim… concordo contigo que o flash é castrador para muitos, especialmente que não têm flash instalado (iphone) mas quando estás a “comprar” publicidade, não apontas para todos… apontas para o mainstream, já que nunca poderás agradar a todos…
Nao defendo o flash para tudo, para “intros”, para menus, aplicações, para whatever, agora num site promocional que seja carregadinho de imagens e dinamica…para o mínimo denominador comum dos utilizadores… é perfeito.
Bai de uai…excelente prestação no triplo!… é bom ouvir falar das questões por alguém que sabe do que fala, e que tenta não “influenciar” a sua apresentação pelos dogmas em que acredita.
joao carvalhinho
19 Nov 08 at 12:16 am